História - A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA SCB

A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA SCB

 

Voltando à institucionalização da Sociedade Criacionista Brasileira no ano 2000, foi ela foi um passo decisivo para que a SCB pudesse desenvolver-se como uma associação civil sem fins lucrativos e deixasse de ser basicamente uma instituição mais de natureza familiar para assumir personalidade jurídica. Como já mencionado, o embrião dessa iniciativa partiu dos contatos da SCB feitos anteriormente com o Engenheiro Marcus Vinicius de Paula Moreira, e localmente recebeu o apoio imprescindível de Rubens Crivellaro.

Com o objetivo de inserir todas as atividades da Sociedade devidamente no contexto legal, foram tomadas providências para a redação de seus Estatutos, com a orientação inestimável do Dr. Erich Olm, que se tornou também um de seus associados fundadores. Foi então marcada para 12 de agosto do ano 2000 a Assembleia Geral para a fundação da SCB, e eleição de sua Diretoria, tendo sido publicado e devidamente divulgado o edital de convocação e comparecido 59 eleitores.

 

Assembleia de constituição da SCB e eleição da Diretoria

 

A chapa única apresentada para a composição da Diretoria da Sociedade incluiu os nomes de Ruy Carlos de Camargo Vieira para Presidente, Rubens Crivellaro para Secretário e Rui Corrêa Vieira para Diretor-Executivo, que foram eleitos por aclamação.

 

Posse da Diretoria e programação das atividades

 

Dentre os associados fundadores, a maioria se destacou no desenvolvimento futuro das suas atividades, sob diversas maneiras, de forma bastante efetiva. Alguns associados fundadores não residem em Brasília, mas assim mesmo continuam prestando seu apoio à Sociedade, como os que residem em São Carlos (Francisco Batista de Mello, Nahor Neves de Souza Jr. e Humberto Paulo Ricci), em São Paulo (Erich Olm, Urias E. Takatohi e Márcia Oliveira de Paula), em Engenheiro Coelho (Roberto Cesar de Azevedo e Juceli Moróz de Azevedo), em Londrina (Dalmácia Sandor), no Rio de Janeiro (Marcus Vinicius de Paula Moreira e Josué Nunes de Oliveira), em Sobral (Gerson Pires de Araújo) e até mesmo na Alemanha (Rivelino Verdier D. Montenegro).

 

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